Uso de aviões agrícolas para combate a incêndios aumenta 50% no Brasil
Temporada de seca e fogo coincide com a entressafra, período em que a frota fica ociosa e mais disponível para o combate
O uso da aviação agrícola no combate aos incêndios florestais aumentou em 50% este ano no Brasil, conforme o Sindag.
Durante a entressafra agrícola, a frota aeroagrícola fica disponível para auxiliar no combate às chamas, com mais de 15 milhões de litros de água já lançados em diversos estados.
O diretor-executivo do Sindag destaca que a atuação agrícola é acionada quando necessário, coordenada pelos bombeiros em solo.
Produtores rurais, empresas e governos também solicitam o suporte aéreo em crises.
O produtor rural Jorge Toledo, sócio-proprietário de uma empresa de aviação agrícola em São Paulo, menciona a efetividade do serviço para clientes que mantêm a aeronave em plantão durante todo o ano.
Ele ressalta a importância da comunicação e da presença de uma brigada em solo para complementar a atuação do avião no controle do fogo.
O diretor do Sindag destaca a organização e profissionalismo das empresas do setor, com pilotos treinados e aeronaves equipadas para atender rapidamente aos chamados de combate aos incêndios.
Durante o combate, os pilotos precisam ser precisos, despejando cerca de dois mil litros de líquido gerador de espuma de uma vez para controlar as chamas.
O foco das operações é a prevenção e preservação do meio ambiente, com as empresas cada vez mais preparadas para lidar com essa demanda crescente e fundamental para a proteção das florestas brasileiras.
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