Lideranças do arroz afastam possibilidade de desabastecimento e criticam possível importação
Mesmo em uma safra desafiadora
Com a maior tragédia climática da história do Rio Grande do Sul, o mercado de arroz não foi desestabilizado, apesar da variação de preços devido à enchente e à corrida aos supermercados. O setor agora se prepara para mais uma safra, buscando manter o preço competitivo e incentivando os produtores locais a continuarem apostando na cultura.
Durante um painel na Expointer, o presidente da Federarroz destacou que o arroz brasileiro ainda é um dos mais baratos do mundo para o consumidor, apesar das dificuldades enfrentadas, como a inundação que interrompeu a cadeia de distribuição e as ameaças às propriedades. A interferência do governo federal anunciando a importação de arroz a um preço mais baixo também causou desgaste na imagem do setor.
A diretora da Abiarroz ressaltou a importância da comunicação entre produtores e consumidores para valorizar as boas práticas produtivas e a qualidade do arroz brasileiro. O papel do arroz na reconstrução do Rio Grande do Sul foi destacado, com representantes do setor sendo reconhecidos pelo esforço de drenagem do Aeroporto Salgado Filho.
O diretor jurídico da Federarroz ressaltou a importância econômica, social e ambiental da lavoura de arroz, garantindo alimentos na mesa do brasileiro e fortalecendo a indústria local, especialmente em momentos de crise. Ele enfatizou a necessidade de o consumidor conhecer e valorizar o arroz gaúcho.
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